Todo mês é a mesma conta apertada.
Você já pensou em ganhar um dinheiro extra, mas as opções sempre esbarram no mesmo lugar: precisa de estoque, precisa de dinheiro pra começar, precisa sair de casa — ou é aquela promessa de internet que nunca dá em nada.
E aí passa mais um Dia dos Pais. Mais um Natal. Mais uma data. E quem faturou foi outra pessoa.
Enquanto isso, tem gente comum — que não sabe desenhar e não entende nada de tecnologia — fazendo retratos artísticos com inteligência artificial e vendendo quadros emoldurados por R$150, R$200, R$250 cada. Presentes que fazem o pai chorar na hora de abrir.
E o melhor: a IA faz o trabalho pesado. Em minutos.